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O custo econômico de ignorar a natureza

03/02/2020

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta importantes setores de atividade que estão ameaçados pelas mudanças climáticas como a produção de café e a indústria farmacêutica

Mais da metade do PIB (Produto Interno Bruto) mundial – e em particular 55% da América Latina – depende de maneira moderada ou alta da natureza e seus serviços, estima um relatório do Fórum Econômico Mundial, de Davos (Suiça) apresentado em 19 de janeiro.

“Dadas suas importantes dependências da natureza, é fundamental que as economias com uma exposição significativa  à perda da natureza avaliem, priorizem e invistam nela” destaca o estudo intitulado “Nature Risk Rising”, elaborado em colaboração com a firma internacional de auditoria e consultoria PriceWaterhouseCoopers (PwC).

O trabalho detalha como exemplo que 60% das variedades de café na América do Sul estão em perigo de extinção devido às mudanças climáticas, a derrubada de florestas e pragas. Se esse risco se concretiza, o mercado de café – que movimentou US$ 83 bilhões em 2017 – poderia desestabilizar-se, sublinha o relatório.

Outros exemplo incluem a indústria farmacêutica e sua dependência da biodiversidade existente nas florestas tropicais para novos descobrimentos.

FONTE: FNE



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